Segunda-feira, Novembro 9

...nem cobertas de chocolate...

É um comportamento novo, quanto a isso penso não me restarem dúvidas
Já lá vai o tempo em que tínhamos classes confiáveis na nossa sociedade, pelo menos era isso que julgava o comum dos cidadãos... um padre, uma professora primária, um Dótôre, um agente da autoridade, por exemplo, tinham como garantido que a sua palavra pesava no prato da balança mais do que as juras de quem com ele quisesse medir forças, ou veracidades...
Desses impolutos, os primeiros a cair foram os políticos, agora tão transversalmente desacreditados... os professores também passaram de intocáveis ao descrédito debochado, os padres, enfim, temos de tudo... de pedófilos até traficantes de armas, é o que se queira...
Agora são os médicos e as organizações que "dirigem". É o descrédito absoluto e ostensivo pelas suas directivas... e a prova disso está na falta de receptividade com que a vacina da gripe mais famosa dos últimos tempos foi recebida... os grupos de risco foram encolhendo, encolhendo, os grupos prioritários reduziram-se evaporaram-se e, eis senão quando, a generosidade dos nossos governantes deu em querer vacinar pura e simplesmente quem se chegar à frente. É hilariante... nem com toda a propaganda, o marketing... "ah, e tal, não chega para todos, primeiro os prioritários"... cartas para os utentes priviligiados... pensavam eles que íamos andar todos numa de também quero... hi, hi, hi, enganaram-se bem... por uma vez fomos "nós" que os enganámos... parece que as cabeças começaram a pensar... cada uma por si... com todas as desconfianças e cautelas que o passado recomendava... e finalmente, os senhores do poder, os que detêm os laboratórios, a informação e o resto, pode ser que fiquem com um stock de vacinas encalhado... de que se lembrem no futuro...é que, se a maltinha lhe dá para começar a pensar o seu reinado tem os dias contados... nada muda, ou pouco muda, mas a certeza de, saber e poder, controlar, extorquir quem anda mal informado e, por fragilidades, se deixa conduzir, já deixou de ser "favas contadas"... as vacinas eram dinheiro em caixa... agora são caixas e caixas, aos milhares, a serem distribuidas, oferecidas, impingidas por quem espera lucros, a quem lhes vira as costas, porque pura e simplesmente está farto de ser enganado, explorado, chulado, manipulado, e quer um basta neste rega bofe onde tudo se faz às claras, com o conluio de quem nos devia defender e a participação de quem não impõe limites à sua ganância!
PS o mais certo é arranjarem maneira de escoar as ditas vacinas, nem que seja em pastelinhos de bacalhau... ou de massa tenra...

Terça-feira, Novembro 3

o abismo

Abrir as asas
olhar para cima,
atirar o corpo pesado à leveza do ar
planar,
asas abertas,

em baixo o abismo

...o olhar... para cima!

Quinta-feira, Outubro 29

diferença?? o que é mesmo isso??

Não entendo o racismo!
Não sinto, nem ínfima, amostra de aversão ou repúdio pela diferença!
Quando me cruzo, ou relaciono, com "criaturas" que não se enquadram, ou encaixam, em conceitos preestabelecidos de normalidade, tenho sempre um tempo de paragem, como se dentro de mim se abrisse uma janela para uma nova paisagem que, por isso mesmo, já atrai a minha atenção, sinto a vontade de compreender e conhecer novos mundos, cabeças divergentes, diferentes formas de ser e estar entre nós! ... e quando me parecem mais frágeis, ainda mais espaço se cria dentro de mim, para acolher o que me é estranho, desconhecido!
Ultrapassa-me que isto possa ser obstáculo e não motivo de aproximação entre as pessoas... e o facto de desconhecer estimula a minha curiosidade, o meu interesse. Outro modo de sentir estas diversidades é-me tão difícil de entender... parece-me incontornavelmente uma limitação, uma tacanhez...
Porque a diferença é uma realidade que existe seguramente entre todos nós, essa diferença que nos torna únicos, irrepetíveis, cada um, um entre todos, de dentro para fora, inseridos no todo, mas sempre indivíduos... mas aquela diferença que divide, atribuindo qualidades e defeitos transversais que se aplicam a todos os elementos de um qualquer grupo, a TODOS, agrupando-os taxativamente, segundo leituras feitas de fora para dentro, juntando os "cada um" e transformando-os num só... essa convicção de DIFERENÇA desconserta-me, faz-me imensa confusão, como se a linguagem usada me fosse completamente obtusa, abstracta... até porque, bem cá no fundo, eu nem sei muito bem o que é ser diferente, não sei se isso existe.... não o somos todos, afinal?
há os que levam a vida toda a querer ser "iguais", os que se declaram diferentes, orgulhosa ou envergonhadamente diferentes... e aqueles que se perguntam, como eu, onde nos leva esta vontade de espelhos e de desencontros, de encontros ou de guerras...

Quinta-feira, Outubro 22

viajantes

Acordamos a cada dia, com planos preconcebidos de ir aqui e acolá, tratar deste ou daquele assunto, trabalhar, ficar em casa, enfim... certezas que não o deviam ser... cada dia, cada momento é uma aventura, uma viagem sem regresso, caminhos a desbravar, sem retorno, mudando e renovando-se a cada passo.
Para essa viagem cada um de nós transporta o que lhe parece indispensável, essencial, o que lhe é mais querido ou mais estruturante para usar como bússola, como referência!
Cruzo-me com viajantes que agarram o passado, num forte abraço, lembrando outros momentos, outras pessoas, experiências idênticas, recordações reconfortantes, traumas e mágoas de estimação, seja o que fôr... desde que seja passado... e esteja presente... "no meu tempo é que era bom..." esta frase espreita e ensombra o efeito surpresa, a novidade que se pode extrair de cada viagem... por outro lado também é ajuizado saber usar hoje o conhecimento de ontem!
Com outros surpreendo-me da tendência que os leva a, num voo "cego"de quem parece não querer estar "presente", sobrevoarem a paisagem e, num golpe de asas, transportarem-se para outro "continente"... o do futuro, aquele que lhes parece mais promissor, mais carregado de verdadeira adrenalina, ... "ai quando eu for grande...", "nas férias é que vai ser...", "quando eu acabar o meu curso...", "depois do bébé nascer...", assim lhes parece, talvez, serem as asas mais fortes, resistentes, os voos mais altos, mais seguros!
... e penso... como funciona o meu roteiro?... e o meu plano de viagens? Que levo eu comigo quando parto em direcção ao "desconhecido"?
Pertenço a um outro grupo de viajantes que seguem viagem noutra "excursão"... e levo outras escolhas na bagagem.
Passo a explicar.... parto sempre de dentro de mim para onde quer que me dirija... o passado e o futuro ocupam pequenos espaços... não considero pior ou melhor este género de viajante. Até porque não existe conotação positiva ou negativa nestes considerandos. O eu e o mim são o meu passaporte para entrar noutros mundos, funcionam como um filtro que me possibilita traduzir para a minha realidade cromática outras "vistas" que me são oferecidas!
No entanto, todos nós gostamos, ou seria bom e natural que gostássemos, de viajar, pois essa é mesmo a nossa condição… a de viajantes! Todos trazemos, na hora de partir, futuro, presente e passado… todos trazemos muito de nós…
Seria bom, e é recomendável, levar um pouco de tudo o que nos pode vir a fazer falta!
… e, em determinados momentos, reconhecer que nos dava mais jeito ser nossa, a bagagem dos viajantes com quem nos cruzamos… e a cada dia, antes da partida, fazer um check up list , adaptando os preparativos e as bagagens, de forma inteligente e dedicada, fazendo os ajustes necessários para que tenhamos à mão os “mapas e bússolas” que nos vão acudir às dúvidas e aflições, hesitações, entusiasmos e fraquezas… a tudo… em tudo!

Sexta-feira, Outubro 16

xico ração

A manifestação de afecto mais completa a que já me entreguei foi, decididamente , o abraço
Há-os pequeninos e tímidos, quase de fugida em que pouco fica manifesto
Os protectores, quando um par de braços envolve na sua intenção e nas suas "asas" um par de braços que cresce com a troca
o abraço profundo e intenso, aquele que separa duas criaturas que foram uma só
o outro, o ABRAÇO, aquele que nos devolve, ao cabo de 9 meses, o fruto então concebido
e mais... o abraço sentido, que passa a emoção, a solidariedade, a irmandade de quem partilha, de bom e de mau, o que há a partilhar, começando nos nascimentos e acabando na morte
Nas minhas preferências vou dizer desde já que um xicoração é todo, TODO, bom... dá-se e recebe-se sem cerimónias nem timidezes, a uma criança, a um amigo, manda-se por mail ou msn, fica giro em letras, faz um conjunto gráfico que me é simpático, e enche a boca XXIICOOOraçÃAOOOuuu
... entendo-o desde que me entendo, é velho amigo, já dei e recebi paletes de xicorações e ainda não me cansei!!!
... e isto tudo para quê???
só mesmo para distribuir por aí à brava e à bruta xicorações
... há momentos na vida em que se selam, guerras e discussões, ou acalmam dúvidas, e saciam saudades, e tanto mais se faz com um terno xicoração!
usem e abusem, faz bem a quem dá e a quem recebe, saiem todos a ganhar e melhores pessoas!
digo eu

encontro

olhar, tocar, sentir,
olhar... mergulhar... afundar...
... desaguar...
suspirar, sorrir
olharrr
ficarrrrr

simplesmente, simples

Quinta-feira, Outubro 15

FACTOS E ACTOS

Quando já se alimentaram todas as ilusões e se aguentaram muitas desilusões,
quando se ambicionou mais do que se alcançou e isso não nos fez sentir mais pobres,
quando se pediu à vida mais do que nos era devido, e se aceitou o muito e o pouco que nos coube
quando se voou bem alto e se sobreviveu à queda,
quando se esperou tudo dos outros e se soube, por fim, dar generosamente sem nada pedir em troca
quando se conseguiu fazer festas sem champagne... nem convidados... só porque estar vivo é bom
quando se viu nos filhos, nossos e dos outros, o melhor panorama que deles se pode oferecer
quando se soube calar palavras e queixas, trocar guerras por paz , acalmar medos, atenuar diferenças... e, e, e, ...outro tanto
quando se conseguiram encurtar as distâncias e oferecer e aceitar ombros amigos
quando se encontrou a palavra certa que completou um puzzle
quando se disse com o olhar o que nos roubou a fala
quando se cantou em silêncio
se chorou de alegria
se sonhou acordado
se parou para pensar
se deixou de pedir
quando se aprendeu a receber, sem ficar em dívida
........................................................................................................................................
quando tudo isto e muito mais... então podemos no mínimo dizer que já cá andamos há uns anitos... e temos o dever, perante nós próprios, de ter aprendido algumas das lições de vida que se nos oferecem!
... e quando os "quandos", os "ses" e tudo o mais que nos pára ou empurra se desenrola à nossa volta, e não está ao meu alcance ser mais do que mera espectadora, exercito então a MÁGICA e ELÁSTICA capacidade de ACEITAR!
Entre factos e actos vamos obrando passo a passo, por vezes aceitando outras agindo
... e cá se vai indo...

Quarta-feira, Outubro 7

... coisas, que se pensam

Os anos passam, a vida ensina, castiga, recompensa, surpreende…
Com o decorrer dos anos acumulamos conhecimentos, saberes, e, espera-se que qualidades também!
Todavia, quanto mais crescemos interiormente maior é a noção de quão pequenos e ignorantes somos…
Se em termos cósmicos não chegamos a uma migalha, nem por isso devemos desistir de ser verdadeiramente importantes na nossa vida, através dos afectos e laços que estabelecemos!
Nessa missão de tão bem querer e tanto cuidar, percorremos caminhos de generosidade e entrega em que o pequeno se faz grande!
É tão gratificante sentirmos o retorno do amor que sentimos pelos filhos, irmãos e amigos, nas intenções, atenções e mimos que nos dedicam! Somos especiais e únicos nas suas vidas! E eles são os nossos maiores tesouros!
É tão carregado de enorme ternura o sentimento que cresce dentro de nós face à dedicação que nos têm os animais que connosco privam de perto! Com que doçura nos olha o nosso cão, num silêncio respeitador, sempre que suspeita que não estamos bem… e com que alegria eufórica nos recebe quando chegamos felizes a casa… parecendo sempre disposto a partilhar… o nosso mal ou/e o nosso bem… e sempre aquele olhar perscrutador e dócil, pronto para se entregar a um rápido afago ou a um sempre desejado momento de brincadeira… incondicional, inteiro!
Por outro ponto de vista , afinal que diferença faz mais ou menos um ser, no meio de tantos”mi” e “bi” e triliões???
Mais ou menos um dia de vida, na vida de alguém…. perante a imensidão dos tempos… que vale??? … Zero???…
Á escala planetária não temos peso e quase que nem existência… mas à escala dos afectos somos gigantes, únicos, insubstituíveis!
Somos o sol e os satélites na existência uns de os outros!
A cada dia, cada momento conta, único e irrepetível!
Um sorriso, uma ternura, uma palavra amiga… são esses os melhores presentes que podemos de alguém receber!
É à luz dos afectos que transbordamos de emoção, de amor, de luz!
São estas as referências que fazem os nossos dias pulsar, pular, avançar!
É essa a bitola que nos resgata ao anonimato, é a sintonia que nos pauta o caminho, a ajuda nas decisões, nas lutas, o apoio nas quedas… levantando-nos o ânimo sempre que numa ilha mergulhamos a nossa solitária identidade!
A verdadeira mola, o sentido mais profundo, a lupa que altera definitivamente a nossa pequenez!
Quando a “moeda de troca” é amor, então parece que o tempo nada levou,, e, assim, num olhar , num toque ou nas palavras tão rapidamente se reencontra quem nos é querido, como se o tempo não tivesse passado e a distância nunca tivesse existido!
A linguagem do amor sobrevive ao tempo e à distância!
No silêncio da saudade podemos ainda, por pensamentos, palavras não ditas, por recordações e memórias, manter bem vivo dentro de nós um altar para os que amamos e amaremos para lá do tempo, da distância!
A verdadeira mola, o sentido mais profundo, a lupa que altera definitivamente a nossa pequenez!
Como é grande, imensa e protectora para uma criança a sua mãe! Capaz de destruir monstros, ganhar batalhas, forte como um touro, resistente como o aço!
Como é protectora a sua presença “frágil”… à luz dos afectos aquela mulher, por amor, enfrentará os maiores desafios e fará de si uma heroína, se isso lhe for exigido pelas circunstâncias!
Sabemos que, assim como chegamos um dia partiremos sós.
Daqui, como bagagem, só os afectos e memórias levamos connosco.
Para lá do que conhecemos contamos que um criador omnipresente e omnipotente nos acolha na sua imensidão, nos una aos que já partiram antes!
Seja qual for a viagem que nos afasta dos que amamos sabemos que, dentro deles, temos um espaço só nosso, onde se arrumam todas as memórias, o arquivo de tudo o que nos demos!
Quando a “moeda de troca” é amor, então parece que o tempo nada levou,, e, assim, num olhar , num toque ou nas palavras tão rapidamente se reencontra quem nos é querido, como se o tempo não tivesse passado e a distância nunca tivesse existido!
A linguagem do amor sobrevive ao tempo e à distância!
No silêncio da saudade podemos ainda, por pensamentos, palavras não ditas, por recordações e memórias, manter bem vivo dentro de nós um altar para os que amamos e amaremos para lá do tempo, da distância!
Na presença dos que amamos, muito pode ficar por dizer, mas os laços que a eles nos unem saiem sempre reforçados, porque o amor se pronuncia e evidencia para lá das palavras ditas… o amor tem a sua linguagem própria e em gestos e olhares, até apenas pela presença do ser amado, fica todo o espaço pleno desse sentimento grande e vital, que nos dá energia, e pelo qual todos os dias sou grata!

Quinta-feira, Setembro 24

Há sempre uma primeira vez

Pois é... eu que cozinho à farta, e com gozo, aqui deixo a minha primeira receita

SOPA DE LENTILHAS COR DE LARANJA

Enquanto prepara os vários legumes deixe as lentilhas, previamente lavadas, de molho em água (a utilizar depois na confecção da sopa)

+ ou - 2 chávenas de lentilhas laranjas
1 nabo
2 batatas doces médias
1 batata redonda média
2 cebolas
2 dentes de alho
uma boa talhada de abóbora menina (não havendo vai frade)

Opcional
1 tomate
hortelã

Procede-se como habitualmente... panela de pressão, tudo junto, cerca de 30 minutos, antes de pôr a varinha mágica adicionar o azeite!
Pode fritar cubinhos de pão na hora e servir com uma folhinha de hortelã
... é minha e é boa!

Sexta-feira, Setembro 4

O prazer da leitura

É um dos grandes gozos que desta vida me ofereço, o prazer da leitura
De uns livros gosto mais, de outros menos
como toda a gente
uns por me envolverem num argumento sumarento, outros pela sua originalidade, também me rendo incondicionalmente à qualidade literária; um talento personalizado e superior para usar as palavras vestindo na perfeição a ideia trabalhada... e apurada... até que o outro, o leitor, a devore... ou com ela se delicie!
Pelos mais variados motivos faço de um livro o meu companheiro até ao voltar da sua última folha... até que o tenha consumido fisicamente da primeira à última página e possa então alimentar-me verdadeiramente de cada letra, palavra, ideia... todos os capítulos a circularem-me alinhados ou em confusão por mim a fora... e dentro!
Mas o livro que amamos enquanto o lemos, aquele que nos tilinta por dentro ao longo das horas que não passam, marcando-nos um encontro muito íntimo, irresistível, aguardando com impaciência o regresso a casa... esses não são tantos assim...
Estou aqui a teclar pensando nele, no tal apelo que me leva a sentir que tenho à minha espera um prazer, um gozo, um momento de silêncio e encontro como só na leitura se consegue.
Assim que lhe conheci o nome fique imediatamente com os sentidos alerta... pareceu-me que chamava desde logo a minha atenção:
" A Solidão dos Números Primos"
Tudo no livro vale a pena, tudo é único, jovem e rejuvenescido, original, muito muito ternurento e emotivo, maduro e profundo, leve mas muito consistente, tanto que até pode parecer pesado, inteligente, arrebatador e comovente, único!
Quando comecei a sentir o desejo de transcrever uma e outra frase, uma conclusão, ou constatação, página após página, percebi que me devia deixar levar, como um menu de degustação, uma viagem ao passado, presente e futuro dos nossos sentimentos e afectos, da igualdade da diferença e da diferença da igualdade, tão mas tão bem conseguido que tenho de parar de tempos em tempos, respirar fundo, sorrir e deleitar-me com tão fantástica partilha!
Bom, já deu para perceber, é que estou mesmo a gostar do livro!
... dá para meninos e meninas.... jovens médios e entradotes... todos... penso eu...
... ah e se querem saber autor e sua biografia, editora e coisa e tal, isso não é aqui.
Aqui é mesmo só para dizer um bolas, BOLAS... não deixem de ler... é um EXCELENTE livro!

o que me faz feliz

o que me faz feliz
o meu mundo ao contrário

O meu Farol

O meu Farol

A bela foto

A bela foto
o descanço dos meus olhos

A minha cama na relva

A minha cama na relva

O meu Algarve

O meu Algarve

...enquanto uns trabalham...

...enquanto uns trabalham...