sexta-feira, junho 1

PEIXES - LEÃO "diz que"

No meio de uma sociedade materialista diz que " a única ambição de Peixes seria absorver o Oceano, fazer desaparecer as suas limitações individuais perante o Universal", coisa pouca, não?
"Se é escritor, poeta ou músico a sua ambição será então prodigiosa: fazer com que se unam o princípio e o fim, o alfa e o ómega, num todo único, profético, próprio dos médiuns.
Quer ser testemunha arquimilenária da história do mundo, da primeira célula à apoteose final. Por isso acorda com a visão do Oceano e ri-se dos fugazes momentos que passam à margem, isto é, o que ordinariamente chamamos "vida".
Ele vem de muito longe e vai ainda para muito mais longe, jovem e velho ao mesmo tempo, uno e múltiplo, aberto a todas as correntes venham elas do passado ou do futuro pois encontra-se na convergência de todas elas.
O seu problema é integrar esta visão cósmica no tempo dos homens.
Em determinada circunstância poderá converter-se num profeta, isto é, mediador entre o mundo e o ilimitado. É a sua função precisa, ainda que nos custe entendê-lo; o único meio para encontrar a sua razão de ser universal.
O Peixes integra-se perfeitamente na sociedade, a sua individualidade tende a desaparecer em benifício dos outros.
Deixa-se levar por múltiplas correntes, tenta surgir como indivíduo, mas logo de seguida encontra-se unido a um todo misterioso.
Para o Peixes não há maior felicidade do que misturar-se com o ilimitado, sentir que pertence amorosa e sensitivamente ao colectivo.
Esta busca através dos outros, em certas ocasiões, chega a desembocar numa procura espiritual, mais além dos limites, dos corpos e das contigências de qualquer tipo.
Literalmente o Peixes flutua; não mantém vínculos com o mundo.
A confusão e a dispersão aparentes do Peixes orientam-se para um objectivo: a união, a necessidade de se fundir no espaço mais amplo, seja a consciência humana ou a divina.
O instinto nele é mais um olfacto subtil, uma vibração aguda, como um ultra som, uma reacção telepática. Possui este dom desde sempre. Funciona como um radar e orienta-se para múltiplas direcções ao mesmo tempo, o que lhe proporciona uma certa aura misteriosa e mágica, um poder que os antigos chamavam "oculto", oferecido pelos deuses a alguns seres da criação ( bonito, gostei desta parte).
A sua inteligência tem raízes no inconsciente colectivo, o que poderá fazer estremecer muitos que não hesitarão em comparar o Peixes a um bruxo ou um feiticeiro ( tb gostei)!
Para os indivíduos deste signo só existe um território; trata-se do espaço sem limites, a totalidade do Universo.
O seu sentido do universo permite-lhe compreender o todo como uma única presença viva! ( lindo e verdadeiro, digo eu)
... e para acabar, embora isto seja uma pequena amostra de um livrinho que é o meu mais fiel espelho interior, nos dias que correm... ah, de onde só seleccionei aspectos, eu diria, positivos... não queriam outra coisa certo?
Então agora para acabar, mesmo, o ascendente:
O Peixes, por vezes triste e melancólico, conhece nesta combinação os arrebatamentos optimistas e diâmicos do Leão, que o tira da sua confusão ao mesmo tempo que se aproveita da sua profundidade. Se se produz um conflito entre a Água e o Fogo, o nativo recebe uma personalidade sem corpo, similar a uma máscara (não é decididamente o meu caso). Caso contrário, a força do coração alia-se à riqueza do espírito.

Gosto de me pensar assim... não fui eu que inventei ... reconheço em quem o escreveu um sábio conhecimento da "matéria"!

Extraído de "ASTRO - SIGNOS" DE LAURÈNE PETIT, EDITADO PELA - GIRASSOL - HÁ MUITOS E MUITOS ANOS!!!

13 comentários:

SAM disse...

Que belo signo...é pena eu não acreditar nessa coisadas! lol
Sabes que dia é hoje? SEXTA FEIRA!!
por isso Passei por aqui tb pra te deixar um beijão e desejar-te um grande fim de semana amiga!
e em caso de dúvidas já sabes...PIMBA!
lol

Softy Susana disse...

Olá inês,
é a primeira vez que me atrevo a devolver as suas visitas sempre tão simpáticas lá ao meu cantinho!
Hoje parei por c´uns minutos, mas prometo voltar com mais calma!
Obrigada por cada uma das suas palavras! :)

Anónimo disse...

Referes-te então a energia cósmica. Ou "sanskara"... os traços de personalidade adquiridos ao longo das encarnações... para serem trabalhados nesta e poder aperfeiçoá-los abrindo o caminho à seguinte..... será? Os orientais pensam que sim, sem dúvidas, e aperfeiçoam as virtudes que na sua meditação consideram mais necessitar de trabalhar no seu sanskara actual. No ocidente nem pomos a hipótese de não nos reduzirmos apenas a esta vida....

inespimentel disse...

De uma certa maneira já nem sei se quero batizar as minhas convicções e percepções... é uma fé, disso estou certa, não posso, nem quero provar nada... gostava de dispôr de mais tempo para investir no "meu" mundo de mistério... a rotina de todos os dias não ajuda a olhar o que realmente interessa, aquilo que não se vê com os olhos e só se pode entender com os sentidos, digo eu!

marta disse...

Pois é, também sou peixes.

Aposto que és peixe de Março, não?

Eu sou de Fevereiro.

Revi-me em muitas coisas. muitas coisas mesmo

Anónimo disse...

Muito longe, num mundo muito diferente deste, vivia uma raça de seres chamados atmas. Oo atmas eram sigulares pois não tinham corpos físicos. eram feitos de um material que parecia luz e o seu mundo parecia o céu. este céu ia para além do céu comum. viviam nessa dimensão, além do tempo e do espaço e no seu mundo nunca nada se alterava. não havia nunca uma experiência de fim relativamente a nada. viviam com um profundo sentido de segurança e paz. estavam no seu lar.
No entanto, os atmas, eram uma família de actores. não permaneciam sempre no seu lar e a intervalos regulares entravam no palco para actuar. Juntos desempenhavam uma grande actuação.
O palco era, claro, muito diferente do seu lar. enquanto o seu lar era subtil e nele não havia tempo, o palco era duro e físico e chamava-se Terra. havia limites de espaço e o tempo movia-se em pequenos e grandes ciclos. enquanto havia silêncio total no seu lar, o palco era um lugar de tagarelice quase constante. havia todos os tipos de adereços apropriados a cada cena. actuavam neste palco, com um cenário especial de montanhas, rios, e nuvens de diferentes formas e cores.
Usavam máscaras chamadas corpos e cada um recebia um certo nome. alguns personagens eram heróis, outros vilões e outros actuavam como homens santos. á medida que outros atmas chegavam para se juntar à peça, tinham de usar mais e mais o palco e foram introduzindo muitas cenas laterais: de um lado podia haver uma dança, do outro uma guerra.
Eram tão criativos que cada cena era nova e fresca apesar da peça durar milhares de anos e era espantoso que mesmo tendo o seu número aumentado para além de 6 biliões, nenhuma máscara era idêntica a outra. era uma peça ideal com a combinação perfeita de horror, comédia, tragédia, intriga, romance arte e violência.
Não havia audiência separada. os atmas observavam e apreciavam a peça enquanto actuavam. ás vezes havia efeitos especiais como chuva, nevoeiro, tempestades ou cheias. alguns podiam estar a deixar o palco enquanto outros estavam a entrar nele. todos sabiam que era um divertimento constante. não conheciam a tristeza ou a preocupação. todos apreciavam a grande peça.
Curiosamente estes seres tinham uma fraqueza: o esquecimento. gradualmente iam esquecendo que estavam numa grande peça e não no seu lar. começavam a acreditar que o palco era o seu mundo. começavam a agir com extrema seriedade e a sentir-se inseguros. em pânico, começavam a agarrar-se a vários apoios mas tudo o que lhes servia de suporte era temporário, pouco sólido e tornava-os ainda mais inseguros. isso levava-os a agarrar-se aos suportes com uma força ainda maior. começaram então a tratar-se uns aos outros pelas suas máscaras. entravam em pânico a cada mudança. queixavam-se do guião e culpavam o autor. como sentiam a presença dos outros no palco como uma ameaça começaram a usar armas e chegaram a planear destruir o próprio palco.
Apesar da sua loucura, continuaram a pensar que eram muito inteligentes e davam prémios uns aos outros.

Tal como em qualquer peça, em qualquer palco, há um final e também essa peça, a seu tempo, chegou ao fim.
os atmas acordaram e, aqueles que se sentiram orfãos, redescobriram o seu lar. realizaram que a experiência do drama fora um entretenimento extra e redescobriram a sua segurança intemporal. Lembraram-se que o mundo inteiro é um palco.

inespimentel disse...

Sam comigo não é bem questão de acreditar, é mesmo a confirmação da minha identidade, a descriçãio do meu mais profundo ser!
Depois nem sei se acredito, sinto que aquela descrição sou eu, o resto nem quero saber!


Marta e para comprovar o que disse ao Sam parecia-me que as nossas afinidades não passavam pelo signo mas mais pela vivência, geração, sexo, sei lá... a tua cabeça("Talking Head", falante ou pensante, se preferires)parece-me bem menos caótica do que a minha..
Gostei de saber que temos "exemplares" transparentes, directos e com discurso organizado!É que eu nem sempre!
Sou de 25 de Fvereiro!

Anónimo/ma ou Graça?
Tenho de ler com "mais contexto" este texto! Gostei do "argumento", tenho de reler sózinha.

Anónimo disse...

pois é, fui eu a transcrevê-lo mas, como era grande, quando chegou ao fim... chegou ao fim. É dos Bhrama Kumaris ou fazedores de esforços, e parece que me esforcei pouco porque está com algumas gralhas. mas o sentido ficou lá...
um abraço da g.

SAM disse...

Uma boa semana pra ti querida amiga!
beijo gande gande!

inespimentel disse...

G - pois podes tratar de ir escolhendo textos desta "dimensão" porque não só gosto como preciso de alimentar um certo "tipo de fome" que sinto!

marta disse...

Que texto expectacular! anónimo.


23 de Fevereiro.

Ah!Ah!Ah!

SAM disse...

Passei aqui pra te deixar um beijão amiga!
bom dia pra ti!

Anónimo disse...

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o que me faz feliz

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o meu mundo ao contrário

O meu Farol

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A bela foto

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o descanço dos meus olhos

A minha cama na relva

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O meu Algarve

O meu Algarve

...enquanto uns trabalham...

...enquanto uns trabalham...