Já vou sentindo pena dos fumadores! As restrições têm, ou deviam ter, limites...
Não é habito ir a grandes superfícies mas, fiquei pasma, quando verifiquei que nem naqueles espaços imensos de cafés, restauranrtes e lazer lhes foi facultado um cantinho... caramba, uma ou duas mesinhas, 3 ou 4 cadeiras... coitados, é demais!
Foi assim que, por solidariedade, vim para a rua ver fumar; estava um temporal de arrepiar, as lonas no exterior do Centro abanavam como se quisessem arrancar as fundições do edifício... e nós ali, seguros à chávena de café não fosse o vento arrastar-nos na sua fúria... foi então que o meu homem disse : "- Ao consumo de tabaco só apontam defeitos, mas, como vês, até promove a vida ao ar livre!!!"
Foi numa noite
Há 9 anos
4 comentários:
Fumei durante muitos anos.
Português Suave, sem filtro, que isto, do filtro, foi um luxo "moderno"
Negritas dos pequenos. Desapareceram.
Negritas gigantes. Desapareceram.
SG Gigante e Marlboro.
Cheguei a 5, CINCO, maços por dia.
Um dia, eram 19h30m, já tinha queimado o 5º e ainda ia fazer umas 4 a 5 horas de profissão liberal, num estirador.
Disse:
- Nunca mais fumo!!!
Já lá vão mais de 10 anos, nem os conto. Nunca mais fumarei!
Nunca fumei em casa, nem autorizava outros e nos automóveis.
Mas vou morrer na mesma ...
É certo, vamos morrer na mesma ... mas provamos a nós mesmos que somos nós quem manda!!!
Sentirmo-nos nas mãos de alguém ou de um vício é muito mau...
Pois eu estive de uma vez 14 anos sem fumar e voltei, porque me apeteceu.
mais tarde, que acabaram em Janeiro, estive 11 anos e meio e voltei com gosto
Ah, é bom não estar nas mãos do vício, mas quando já provámos a nós próprios que conseguíamos, o gozo que dá voltar aos seus braços.
Ser perigo público é que me irrita, mas já sabia isso quando recomecei.
Dificilmente volto a fumar, mais a mais com as restrições em vigor.
Nem me sinto com coragem para afrontar, novamente, o perigo.
Boa semana!
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